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Assim é a Morte, de acordo com diferentes culturas

  • Rosa Carvalho
  • 31 de jul. de 2017
  • 1 min de leitura

Ela chega para todo mundo, seja na forma de diabo, mulher, anjo ou cão.

Ao longo da história, a humanidade encontrou vários mecanismos para lidar com a angústia causada pelo fim da vida. Abaixo, uma breve recapitulação pelas diferentes faces da morte:

A praga Hag: A tradição norueguesa representa a morte como uma mulher equipada com uma pá e um ancinho que limpa a casa daqueles que vão morrer. Além disso, os espíritos das mulheres mortas no parto são os responsáveis por lavar suas roupas. Shinigami: No Japão, todas as pessoas têm uma vela que determina a duração de sua vida. Os Shinigami, demônios da morte, instilam desejos de morte quando a vela se apaga, apoderando-se da vontade dos desafortunados. Anjo da morte: Para a tradição judaica, o anjo da morte, um ser esplêndido com doze asas e o corpo coberto por tantos olhos quanto o número de pessoas existentes no mundo, é o responsável por guiar os vivos ao mundo dos mortos. Ankou: Os bretões representavam a morte como um homem misterioso, vestido totalmente de preto e equipado com um chapéu de abas largas, que vaga pelo mundo em busca de almas para levá-las em sua carruagem ao mundo dos mortos. Cu Sith: Essa figura da mitologia escocesa é um cão enorme com o pelo verde que anuncia com seus latidos a proximidade da morte. Quem tem a desgraça de ouvir três de seus latidos é chamado inevitavelmente à morte.

Fonte: History


 
 
 

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